CIMMB Palácio do Raio

 

 

23/03/17

                        Centro Interpretativo Memórias da Misericórdia de Braga    Palácio do Raio

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CIMMB Palácio do Raio

 

 

 

 

   

Palácio do Raio
Rua do Raio, 400
4700-920
Braga
+351 253 206 520
 

HORÁRIO
Ter - Sáb: 10:00 - 13:00 | 14:30 - 18:30

 

 

 

 

Diretora: Manuela Machado

 

  Uma das mais importantes obras da arquitectura barroca do país e um dos ‘ex-libris’ da cidade de Braga.

O Palácio do Raio, iniciou em 2015 um novo capítulo da sua história, designado atualmente como Centro Interpretativo das Memórias da Misericórdia de Braga.

Construído entre 1752-55 sob o desenho de André Soares, o palacete serviu de habitação à família de João Duarte de Faria, o primeiro proprietário, e foi adquirido, já em 1853, por Miguel José Raio, que acabou por lhe dar nome. Nos finais do século XIX, o edifício, hoje classificado como Imóvel de Interesse Público, passou para as mãos da Santa Casa da Misericórdia de Braga.

A Misericórdia  o reabilitou integralmente, num projecto co-financiado pelo ON.2 – O Novo Norte.

Neste Centro Interpretativo será possível viajar pela história da multissecular da Santa Casa, através de dez núcleos temáticos. Da arte sacra, à pintura, passando pela escultura e cerâmica, até à ourivesaria e documentação arquivística, o acervo da exposição permanente é apresentado de forma interactiva e dinâmica, com sonoplastia ambiente, vídeos e outros elementos que permitem também contemplar toda a beleza arquitectónica e artística do edifício.

A visita começa com a evocação de dois dos maiores símbolos da arquitectura bracarense: André Soares e Carlos Amarante. O visitante é convidado a conhecer a história da Irmandade e da Misericórdia de Braga, com enfoque ao papel desempenhado no assistencialismo e apoio aos mais necessitados. E porque falar da Misericórdia é também falar do Hospital de S. Marcos, fundado em 1508, o Centro Interpretativo mostra artigos ligados à botica e utensílios médicos do antigo hospital. Expostos estão ainda documentos dos séculos XVI, XVII e XVIII que guardam o passado dos cuidados de saúde prestados no Hospital de S. Marcos.

Destaca-se, também, o património imaterial da Santa Casa relacionado com lanternas e bandeiras processionais, o farricoco e os fogaréus remetem o visitante para a procissão do Senhor ‘Ecce Homo’, organizada desde tempos antigos pela Misericórdia.

 

              Preço: Visitas gratuitas
    Núcleo Museológico - O projecto venceu o Prémio Nacional de Reabilitação Urbana 2016, na categoria Impacto Social.


Do seu acervo fazem parte, máquinas e aparelhos usados nos cuidados médicos, bem como outros utensílios dos antigos hospitais. A iniciativa teve um orçamento de 4,2 milhões de euros usados na reabilitação integral do edifício.
O Centro Interpretativo é constituído por dez salas temáticas com uma resenha histórica e um suporte digital.
O legado artístico de André Soares - autor da obra do palacete do Raio - e de Carlos Amarante em Braga são o ponto de partida para este percurso de ‘memórias’ onde cabem também, por salas, a história da Misericórdia de Braga e das misericórdias no mundo; o Hospital de S. Marcos, com muitos objectos alusivos; a liturgia; a celebração; as procissões, com destaque para a Semana Santa; a pintura religiosa; a escultura religiosa; uma sala dedicada à temática da visitação retratada por um conjunto escultórico para terminar com a ‘galeria’ dos beneméritos e provedores da instituição.
A visita começa com a evocação de dois dos maiores símbolos da arquitetura Bracarense: André Soares e Carlos Amarante. Além da história do próprio Palácio e de todo o processo de recuperação a que foi sujeito, aqui é apresentado o legado artístico dos dois arquitetos e a forma como marcaram a Cidade.
A partir daqui, o visitante é convidado a conhecer a história da Irmandade e da Misericórdia de Braga, com enfoque ao papel desempenhado no assistencialismo e apoio aos mais necessitados.
Nas paredes estão expostos retratos dos Arcebispos que contribuíram para o crescimento da Instituição, enquanto nas vitrinas observam-se diversos objetos, desde as ‘Varas de Mesário’, símbolo de poder na Instituição, passando pela Senhora do Manto Largo, padroeira da Misericórdia, até à ‘Caixa de Despacho’, uma peça do século XVIII quase única no universo das Misericórdias.
E porque falar da Misericórdia é também falar do Hospital de S. Marcos, fundado em 1508, o Centro Interpretativo mostra artigos ligados à botica e utensílios médicos do antigo hospital. Expostos estão ainda documentos dos Séculos XVI, XVII e XVIII que guardam o passado dos cuidados de saúde prestados no Hospital de S. Marcos.
A imponente escadaria do Palácio do Raio é um dos pontos altos da visita. Os painéis de azulejos, a pintura mural e o lanternim merecem uma observação atenta, mas ninguém ficará indiferente ao ‘Turco’, uma escultura situado no topo da escadaria, atribuída também a André Soares.
Grupo escultórico da Visitação proveniente da Igreja da Misericórdia de Braga.
Segue-se um percurso pelas salas dedicadas à Liturgia, onde é exposta parte da coleção de paramentos, e à Celebração, com a apresentação de um conjunto de alfaias litúrgicas de grande valor artístico.
No Centro Interpretativo destaca-se também o património imaterial da Santa Casa relacionado com as Solenidades da Semana Santa. Lanternas e bandeiras processionais, o farricoco e os fogaréus remetem o visitante para a procissão do Senhor Ecce Homo, organizada desde tempos antigos pela Misericórdia.
Noutras duas salas, estão reunidas algumas das mais valiosas peças das coleções de Pintura e Escultura da Santa Casa. Além dos quadros dos Séculos XVII e XVIII, há um conjunto de ex-votos e outras peças de grande interesse histórico e artístico. Na Escultura sobressai o conjunto da Visitação em terracota do Século XVII, originalmente colocado na fachada lateral da Igreja da Misericórdia.
A visita termina com a homenagem aos Provedores e Benfeitores da Santa Casa da Misericórdia de Braga. Neste espaço, são apresentados inúmeros retratos, devidamente identificados e legendados, de grandes personalidades da sociedade Bracarense que, ao longo dos tempos, contribuíram para o crescimento da multisecular Instituição.

 

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